terça-feira

Música Espírita

Música Espírita

Depende de Você                            Eduardo Barreto




Amigo, brilha o sol além de sua janela perceba ao seu redor o quanto a vida é bela

Acenda em você o brilho que dormita liberte as asas e voe ao encontro do mais puro amor



Abrace o infinito



Desperte para a luz, deixe o amor brotar, frutificar de vez que a vida é muito mais Bis

Depende de você querer acreditar que pode ser feliz e, enfim, se libertar

quarta-feira

Eduque sem bater

Futuro doce

"A criança, hoje, - abençoado solo arroteado que aguarda a semente da fertilidade e da vida - necessariamente atendida pela caridade libertadora do Evangelho de Jesus, nas bases em que Allan Kardec o atualizou, é o celeiro fecundo, que se abarrota de esperanças para o futuro."


Bezerra de Menezes Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desvirá dele. Pv 22:6. Muito é falado sobre educação e evangelização da criança nos tempos atuais, mas será que não vivemos e alimentamos velhos hábitos em nossas próprias casas, muitas vezes passados de pais para filhos?


Kardec escreveu que as crianças são espíritos que se apresentam no mundo com as vestes da inocência. Somos jardineiros de Deus, com solo limpo nas mãos e temos todo o adubo necessário... que grande responsabilidade temos em fazer brotar o amor e afastar as ervas daninhas!

Olhando para um bebê, entendemos que é uma fonte em expansão, que abastecida de amor irá emanar durante toda sua vida tudo que lhe é dado e ensinado, principalmente na infância. Todo carinho que lhe é dado, um sorriso, um gesto de amor, o aconchego no seio da mãe, tudo ficará gravado em sua consciência, da mesma forma que gestos de irritação, violência, impaciência, serão também registradas para o resto da vida, marcando-o profundamente.

Ao contrário do que muitos pais acreditam, bater não é uma manifestação de autoridade, mas de fraqueza. Sempre mostra o descontrole dos pais, diante de uma situação com a qual não estão sabendo lidar muito bem.

O melhor ensino é o exemplo, exercendo muito mais influência na criança que as palavras soltas. O famoso "faça o que eu falo, mas não faça o que faço" já não nos cabe mais, visto que sabemos claramente hoje que as crianças aprendem tudo pela observação, pela repetição de nossos atos. A criança mantém a porta do seu psiquismo aberta, haurindo avidamente as influências do ambiente; até quando iremos deixar que as nossas crianças, belas flores buscando o adubo para seu crescimento, suguem os valores equivocados da TV? As deixaremos ao léu, sendo levadas pelo consumismo e pela necessidade exagerada de cuidar apenas da aparência e das coisas materiais?


André Luiz, pela psicografia de Chico Xavier nos ensina em “Conduta Espírita” que devemos “ver no coração infantil o esboço da geração próxima, procurando ampará-lo em todas as direções. Orientação da infância, profilaxia do futuro.” Temos em nossas mãos o poder para isto, mas não para dar tapas, e sim amparo. Um simples gesto de paciência, um pouco de atenção, é na maioria das vezes o que a criança agitada solicita, mas por falta de compreensão ou amor, é lhes dado erroneamente uma palmada.

Evangelizar com amor sincero, é criar caminho forte e protegido sobre as rochas, não deixando que os futuros adultos fiquem presos na areia movediça da ilusão. Já dizia a espiritualista inglesa, Annie Besant, que cada criança e cada adolescente representam planos de Deus encarnados na Terra e endereçados ao futuro.

Deixemos vir a nós os pequeninos, para que eles nos ensinem o verdadeiro amor descompromissado, abnegado e sincero que Jesus nos ensinou e que conseguimos ver e sentir simplesmente olhando para uma criança. Que a paciência seja nosso objetivo, diante da incrível energia que a criança jorra para que possamos conversar de igual para igual, com o mais puro e inocente amor. O amor é paciente; é benigno, sempre.

Seja o exemplo para uma criança hoje, para que ela seja o futuro doce de renovada esperança!

http://vouflorear.blogspot.com.br/

terça-feira

Atlantida

Atlântida 
http://espiritismolevadoaserio.blogspot.com.br/2008/02/atlntida-o-continente-perdido.html

Talvez seja esse o maior mistério do mundo. Será que ela realmente existiu um dia? E se existiu o que de terá de fato acontecido? 


Existem outras civilizações e outros continentes perdidas, mas sem dúvida, é a Atlântida que chama mais a atenção.
Platão, o filósofo grego, descreveu em seu livro, "A Atlântida", diversas teorias que tratam da existência e desaparecimento do continente. Segundo os especialistas, a Atlântida teria desaparecido há mais ou menos 10.000 ou 12.000 anos atrás, e que as causas podem ter sido várias. A mais conhecida é a do continente ter sido submerso devido ao fim da última glaciação pelo qual o planeta passou. Há cerca de 80.000 anos atrás começou esse período, e acabou justamente entre 10.000 e 12.000 anos atrás. A consequência do fim do período glacial é o derretimento de grande parte do gelo acumulado e o consequente aumento do nível dos Oceanos. Daí a submersão do continente.
Outra questão que intriga e provoca discussões entre os especialistas, é sobre a localização do continente. A maioria acredita que a Atlântida teria se localizado onde hoje é o Oceano Atlântico (por isso o continente se chama Atlântida), entre os EUA e a Europa. Os estudiosos usam como argumento, o fato do litoral do brasileiro se "encaixar" quase com perfeição no litoral africano, e do litoral leste dos EUA não combinar com o litoral europeu.
Existem vários historiadores ou arqueólogos que viajam pelo mundo em busca de alguma prova ou até mesmo atrás da própria Atlântida. Alguns afirmam que o continente estaria localizado em alguma parte da América do Sul, já que segundo Platão "a Atlântida está a oeste do Atlântico". Alguns dizem também que a Atlântida poderia ser uma cidade, não um continente. Isso porque segundo geólogos seria impossível um continente inteiro afundar. Outros afirmam também que a história da Atlântida não seria nada mais do que um produto da imaginação fértil de Platão, que ele teria escrito a história da Atlântida para criticar a sociedade da época, já que a Grécia antiga era uma nação muito desenvolvida, e como toda nação desenvolvida, teria também suas corrupções.
Mas existem cidades que foram descobertas ao longo dos séculos que podem ser provas da existência da Atlântida. Um exemplo disso seria as ruinas de uma cidade de um antigo império existente no Peru, Tihuanaco. Esse antigo império era muito próspero, com uma sociedade muito desenvolvida. Encontra-se perto a alguns quilômetros das ruinas da cidade um grande canal que seria usado para navegação, para que navios pudessem ir a vários pontos do Império de Tihuanaco. Segundo especialistas esse canal é semelhante ao descrito por Platão em seu livro sobre a Atlântida.


A Civilização Atlante


Dizem que a civilização atlante tinha uma sabedoria muito avançada, tanto que todos se entendiam pela mente.. Com essa grande sabedoria realizaram grandes avanços em diversas áreas do conhecimento. Realizaram viagens espaciais, com intercâmbio com outros planetas do sistema solar.
A sociedade atlante era dividida em duas classes sociais: a dos homens de face resplandecente, ou de face amarela, que eram os mais espiritualizados; os de face tenebrosa, ou da face vermelha, que eram os poucos espiritualizados. Segundo antigos escritos, os de face tenebrosa teriam tomado o poder, obrigando os de face resplandecente a se refugiarem no interior das montanhas. Isso provocou uma grande divisão da nação atlante. Além dos conhecimentos na área científica, os atlantes também tinham grande conhecimento das forças da natureza. Mas, porém, com tanto conhecimento não conseguiram impedir que essas forças naturais destruíssem com tudo, e não deixando nenhum vestígio de sua existência.
Existem vários historiadores ou arqueólogos que viajam pelo mundo em busca de alguma prova ou até mesmo atrás da própria Atlântida. Alguns afirmam que o continente estaria localizado em alguma parte da América do Sul, já que segundo Platão "a Atlântida está a oeste do Atlântico". Alguns dizem também que a Atlântida poderia ser uma cidade, não um continente. Isso porque segundo geólogos seria impossível um continente inteiro afundar. Outros afirmam também que a história da Atlântida não seria nada mais do que um produto da imaginação fértil de Platão, que ele teria escrito a história da Atlântida para criticar a sociedade da época, já que a Grécia antiga era uma nação muito desenvolvida, e como toda nação desenvolvida, teria também suas corrupções.
Mas existem cidades que foram descobertas ao longo dos séculos que podem ser provas da existência da Atlântida. Um exemplo disso seria as ruinas de uma cidade de um antigo império existente no Peru, Tihuanaco. Esse antigo império era muito próspero, com uma sociedade muito desenvolvida. Encontra-se perto a alguns quilômetros das ruinas da cidade um grande canal que seria usado para navegação, para que navios pudessem ir a vários pontos do Império de Tihuanaco. Segundo especialistas esse canal é semelhante ao descrito por Platão em seu livro sobre a Atlântida.


As primeiras narrativas

De todas as lendas sobre povos e civilizações perdidas , a história de Atlântida parece ser aquela que mais interesse tem despertado. A primeira referência escrita deste mito encontra-se nos relatos de Platão . Nos diálogos Timeu e Crítias é narrada a fascinante história da civilização localizada "para além das colunas de Hércules" . É descrita a existência desta ilha continental , bem como os detalhes históricos de seu povo , com sua organização social, política e religiosa , além de sua geografia e também da sua fatídica destruição "no espaço de uma noite e um dia ". Eis parte do diálogo : "...Ouvi, disse Crítias, essa história pelo meu avô, que a ouvira de Sólon, o filósofo. No delta do Nilo eleva-se a cidade de Sais, outrora capital do faraó Amásis e que foi fundada pela deusa Neit, que os gregos chamam Atena. Os habitantes de Sais são amigos dos atenienses , com os quais julgam ter uma origem comum. Eis por que Sólon foi acolhido com grandes homenagens pela população de Sais. Os sacerdotes mais sábios da deusa Neit apressaram-se a iniciá-lo nas antigas tradições da história da humanidade .
Na tradição oral de muitos povos antigos , nos relatos de textos bíblicos, em documentos toltecas e nos anais da doutrina secreta , existem coincidências que nos fazem crer que outrora existiu um continente no meio do Oceano Atlântico , que um dia foi tragado pelas águas revoltas.


Atlântida ( O país, o povo suas Riquezas)

Geograficamente, Platão descreve a Atlântida desta forma : "toda a região era muito alta e caía a pique sobre o mar , mas que o terreno à volta da cidade era plano e cercado de montanhas que desciam até a praia , de superfície regular, era mais comprida do que larga, com três mil estádios na sua maior extensão, e dois mil no centro, para quem subisse do lado do mar. Toda essa faixa da ilha olhava para o sul, ao abrigo do vento norte. As montanhas das imediações eram famosas pelo número , altura e beleza, muito acima das do nosso tempo...".
segundo todos relatos , os atlantes desenvolveram-se de tal forma , que o grau de riqueza alcançado por sua civilização não encontra paralelo conhecido, sendo pouco provável que outros povos viessem a obter tamanha prosperidade e bonança.
A Atlântida possuia 10 reis . Estes soberanos por sua vez , possuiam dentro de seus domínios "um poder discricionário sobre os homens e a maior parte das leis , sendo-lhes facultado castigar quem quisessem, ou mesmo condená-los à morte".
O país dos atlantes era dividido em 60.000 lotes e cada um deles tinha um chefe militar .
O aspecto que mais fascina no relato platônico é sem dúvida o que se refere às riquesas da ilha-continente , tanto no que tange às construções , como aos imensos recursos naturais da legendária ilha .
Segundo Platão, a Atlântida possuía a capacidade de prover seus habitantes com todas as condições de sustento, apesar de receber de fora muito do necessário, provavelmente, através do comércio. Havia na ilha grande abundância de madeira que com certeza foram utilizadas nas imensas obras lá construídas, bem como imensas pastagens , tanto para animais domésticos , como para selvagens , incluindo aí a raça dos elefantes, que teriam se multiplicado pela ilha . Por sua vez, toda sorte de frutos, legumes, flores e raízes existiam alí, sendo que o fabrico de essências e perfumes era corriqueiro. A extração de minérios , em particular o ouro, ocorria fartamente em Atlântida.
Diz Platão que de início os atlantes "construíram pontes nos cinturões de mar que envolviam a antiga metrópole, a fim de conseguir passagem para fora e para o palácio real", bem como abriram um canal de três plectros de largura e cem pés de profundidade, ligando o mar ao primeiro cinturão de água, canal este que servia de entrada para embarcações vindas de outras partes. No segundo cinturão, os barcos podiam ancorar com maior segurança , e fazia deste uma espécie de porto.
As águas jorravam no centro da ilha, desde que Poseidon assim quis, também tiveram tratamento dos mais apurados : em suas imediações foram plantadas "árvores benéficas para as águas ", bem como foram construídas "cisternas para banhos quentes no inverno". Havia, contudo, locais próprios para os banhos dos reis, bem como modalidades específicas para as mulheres. Segundo o relato, "parte da água corrente eles canalizaram para o bosque de Poseidon a outra parte era canalizada para os cinturões externos por meio de aquedutos que passavam sobre as pontes ".
Nos cinturões externos de terra, foram construídos ginásios para práticas esportivas e hipódromos , bem como moradia para soldados, hangares para barcos e armazéns para todas as modalidades conhecidas de artigos naúticos. O canal principal que servia de entrada para embarcações era muito movimentado, tanto de dia como de noite, o que demonstra ter sido Atlântida um grande centro comercial de seu tempo.
O palácio real era segundo os relatos "uma verdadeira obra prima de encantar a vista , por suas dimensões e beleza. "
O templo dedicado a Poseidon era cercado por um muro de ouro, que segundo o relato , ele "tinha um estádio de comprimento e três plectros de largura para fora, todo o templo era forrado de prata, com exceção dos acrotérios, que eram de ouro. No interior , a abóboda era de marfim, com ornamentos de ouro, prata e oricalco. "
Havia também no templo estátuas dedicadas a diversas divindades, bem como outras que homenageavam os reis e suas esposas, além de um altar cuja beleza e magnificência não encontrava paralelo conhecido. Essa é resumidamente a Atlântida de Platão, com seus detalhes e maravilhas.


As eras glaciais e a Atlântida

Denomina-se eras glaciais os períodos em que grandes regiões do planeta estiveram sob um processo contínuo de glaciações , fenômeno este resultante de causas múltiplas e complexas : movimentos orbitais da terra, continentalidade dos polos, elevação de terras, circulações oceânicas, mudanças na composição da atmosfera e outras.
Ocorreram na história do planeta diversas fases deste fenômeno, desde o período pré-cambiano até bem recentemente. No entanto, dado as dificuldades a pesquisa científica só conseguiu definir de forma minuciosa a última grande glaciação, que ocorreu durante o pleistoceno.
Uma glaciação inicia-se quando após um rigoroso inverno, a neve acumulada não se derrete totalmente com a chegada do verão , sobrevivendo até o outro inverno na forma de gelo. Este fato, resfria a região e num acúmulo sucessivo de milhares de anos forma-se uma calota de gelo, cada vez mais resistente criando impactos de resfriamento cada vez maiores.
Há cerca de 80.000 anos atrás , iniciou-se o último grande avanço das geleiras nas regiões norte do planeta, tanto na Europa como na América do Norte, sendo que o fim desta última glaciação deve ter ocorrido entre 20.000 a 10.000 anos atrás .O fim da Glaciação implica na subida do nível dos Oceanos . Esta última é a data factídida da Submersão da Atlântida.
Levantamentos geológicos dão indícios de que durante a última glaciação , a expansão das geleiras atingiram latitudes aproximadamente iguais tanto na América do Norte como na Europa. Dessa forma é possível supor que os efeitos da corrente do golfo não atuavam de modo satisfatório junto ao noroeste europeu naqueles tempos . Esta constatação nos leva a uma interessante hipótese : a não existência da corrente do golfo naqueles tempos , ou a impossibilidade desta corrente alcançar a Europa , na medida em que seu curso fosse alterado por algum bloqueio em pleno oceano Atlântico . O tamanho do bloqueio só poderia ser uma grande massa continental , que bem poderia ter sido a Atlântida

CASAL DE CATADORES QUE ACHOU O DINHEIRO ROUBADO

Antonio Carlos Piesigilli publicou no grupo GRUPO SOCORRISTA OBREIROS DO SENHOR
10 de Julho de 2012 08:53

CASAL MORADORES DE RUA QUE DEVOLVERAM R$ 20 MIL RECEBEM PROPOSTA DE EMPREGO!

DONOS DE RESTAURANTE ALVO DE LADRÕES OFERECERAM TRABALHO PARA O CASAL DE CATADORES QUE ACHOU O DINHEIRO ROUBADO!
Os proprietários do restaurante japonês que foi furtado na madrugada desta segunda-feira (9) ofereceram emprego para o casal de moradores de rua que encontrou, e devolveu, os R$ 20 mil levados pelos ladrões. O crime aconteceu no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo.
O casal estava sob um viaduto da Radial Leste quando ouviu o alarme de uma empresa de ferragens disparar. Em seguida, os dois foram verificar do que se tratava e encontraram um malote e um saco plástico de lixo repletos de dinheiro. Eram cerca de R$ 17 mil em notas e R$ 3 mil em moedas. De posse do dinheiro, os moradores de rua procuraram um segurança da empresa e pediram para ele chamar a Polícia Militar.
Um dos sócios do restaurante invadido, Miguel Kikuchi, de 42 anos, disse não ter acreditado quando a polícia ligou e o informou que o dinheiro havia sido encontrado e devolvido. “Pensei que era trote”, afirmou. “É inimaginável que alguém faria uma coisa dessas. Difícil de acreditar.”
Comovidos, os proprietários fizeram duas propostas: bancar a viagem dos dois para o Maranhão ou para o Paraná, onde cada um tem família, ou oferecer condições para que ambos saíssem da rua.
O casal, que trabalha catando material reciclável nas ruas da capital e vive há mais de um ano na rua, decidiu na hora pela proposta de emprego. “Vou ganhar treinamento para me capacitar e aprender alguma coisa”, disse Rejaniel de Jesus Silva Santos, de 36 anos. “Da limpeza até a cozinha, posso trabalhar onde quiserem.” O homem contou que era auxiliar de limpeza antes de ir morar na rua. “Eu perdi o emprego e tive que vender minha casa, na Divineia, região de São Mateus [Zona Leste].”
Depois de devolver o dinheiro, Santos e a mulher, Sandra Regina Domingues, também com 36 anos, foram levados até o restaurante japonês e fizeram uma refeição bem brasileira: bife, arroz, feijão e batata frita. “Uma vez na vida eu me lembrei que sou gente. Há tanto tempo eu não me sento para ter uma refeição tão boa.”
Rejaniel contou que ganha, em média, R$ 100 por mês. Com esse “salário”, para juntar os R$ 20 mil teria que trabalhar mais de 16 anos e meio, sem gastar nada. “Melhor ter o seu dinheiro suado do que usar um dinheiro roubado”, afirmou.
Apesar de estar feliz com a proposta de emprego, Sandra disse que se sente apreensiva. “Me ameaçaram depois que devolvi o dinheiro.” Por questão de segurança, o casal não voltará para o viaduto que usava como lar nos próximos dias. “Não quero voltar nunca mais para lá”, completou a mulher.

sexta-feira

Musica Espírita

Música Espírita


(...)

A influência da música sobre a alma, sobre o seu progresso moral, é rec onhec ida por todo o mundo; mas a razão dessa influência é geralmente ignorada. Sua razão está inteiramente neste fato: que a harmonia coloca a alma sob a força de um sentimento que a desmaterializa. Este sentimento existe em um certo grau, mas se desenvolve sob a ação de um sentimento similar mais elevado. Aquele que está privado desse sentimento, a ele é levado gradativamente: acaba, ele também, por se deixar penetrar e se deixar arrastar no mundo ideal onde esquece, por um instante, os grosseiros prazeres que prefere à divina harmonia.

E agora, se se considera que a harmonia sai do concerto do Espírito, disso se deduzirá que se a música exerce uma feliz influência sobre a alma, a alma, que a concebe, exerce também uma influência sobre a música. A alma virtuosa, que tem a paixão do bem, do belo, do grande, e que adquiriu a harmonia, produzirá obras- primas capazes de penetrar as almas mais blindadas e comovê- las. Se o compositor é terra-a-terra, como representará a virtude que ele desdenha, o belo que ignora e o grande que não compreende? Suas composições serão o reflexo de seus gostos sensuais, de sua leviandade, de sua indiferença. Elas serão ora licenciosas e ora obscenas, ora cômicas, ora burlescas; comunicarão aos ouvintes os sentimentos que exprimirão e pervertê- los- ão ao invés de melhorá- los.

O Espiritismo, moralizando os homens, exercerá, pois, uma grande influência sobre a música. Produzirá mais compositores virtuosos, que comunicarão as suas virtudes fazendo ouvir as suas composições.

Rir- se- á menos, chorar- se- á mais; a hilaridade dará lugar à emoção, a fealdade dará lugar à beleza e o cômico à grandiosidade.

Por outro lado, os ouvintes que o Espiritismo terá disposto para receberem facilmente a harmonia, apreciarão, na audição da música séria, um encanto verdadeiro; desdenharão a música frívola e licenciosa que se apodera das massas. Quando o grotesco e o obsceno forem abandonados pelo belo e pelo bem, os compositores dessa ordem desaparecerão; porque, sem ouvintes, nada ganharão, e é para ganhar que eles se sujam.

Oh! sim, o Espiritismo terá influência sobre a música! Como isso seria de outro modo? Seu advento mudará a arte, depurando- a. Sua fonte é divina, sua força a conduzirá por toda a parte onde haja homens para amar, para se elevar e para c ompreender. T ornar- se- á o ideal e o objetivo dos artistas. Pintores, escultores, compositores, poetas, pedir-lhe-ão as suas inspirações, e ele as fornecerá, porque é rico, é inesgotável.

O Espírito do maestro Rossini, numa nova existência, retornará para continuar a arte que considera como a primeira de todas; o Espiritismo será o seu símbolo e o inspirador de suas composições.



ROSSINI. (Médium, Sr. Nivart - livro Obras Póstumas - Allan Kardec )