Deus Passei tanto tempo te procurando.
Não sabia onde estavas, olhava para o infinito, não te via.
E, pensava comigo mesmo, será que tu existe?
Não me contentava na busca e prosseguia.
Tentara te encontrar nas religiões e nos templos.
Tu também não estavas.
Te busquei através dos sarcedotes e pastores, também não encontrei.
Senti-me só, vazio, desesperado descri.
E na descrença te ofendi. E na ofensa tropecei.
E na queda senti-me fraco. Fraco procurei socorro.
No socorro encontrei amigos. Nos amigos encontrei carinho.
No carinho eu vi nascer o amor. Com amor eu vi um mundo novo.
E no mundo mundo novo resolvi viver. O que recebi resolvi doar.
Doando alguma coisa muito recebi. E em recebendo senti-me feliz.
E ao ser feliz encontrei a paz.
E tendo paz foi que enxerguei. Que dentro de mim é que tu estavas.
E sem procurar-te foi que encontrei.
Chico Xavier
Rua Primeiro de Maio 2878-Primavera Fone: (086)3214-1063 Fecaj@hotmail.com No facebook tambem fecaj
segunda-feira
Recomeçar
Não conserves lembranças amargas.
Viste o sonho desfeito.
Escutaste a resposta de fel.
Suportaste a deserção dos que mais amas.
Fracassaste no empreendimento.
Colheste abandono.
Padeceste desilusão.
Entretanto, recomeçar é benção na Lei de Deus...
A possibilidade da espiga ressurge na sementeira.
A água, feita vapor, regressa da nuvem para a riqueza da fonte.
Torna o calor da primavera, na primavera seguinte.
Inflama-se o horizonte, cada manhã, com o fulgor do Sol, reformando o valor do dia.
Janeiro a Janeiro, renova-se o ano, oferecendo novo ciclo ao trabalho.
É como se tudo estivesse a dizer : "Se quiseres, podes recomeçar ".
Disse, porém , o Divino Amigo que ninguém aproveita remendo novo em pano velho.
Desse modo, desfaze-te do imprestável.
Desvencilha-te do inútil.
Esquece os enganos que te assaltaram.
Deita fora as aflições inúteis.
Recomecemos, pois, qualquer esforço com firmeza, lembrando-nos , todavia, de que tudo volta, menos a oportunidade esquecida, que será sempre uma perda real...
Emmanuel
Lembremos que "Ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho." - Jesus (Mateus, 9 : 16.)
Viste o sonho desfeito.
Escutaste a resposta de fel.
Suportaste a deserção dos que mais amas.
Fracassaste no empreendimento.
Colheste abandono.
Padeceste desilusão.
Entretanto, recomeçar é benção na Lei de Deus...
A possibilidade da espiga ressurge na sementeira.
A água, feita vapor, regressa da nuvem para a riqueza da fonte.
Torna o calor da primavera, na primavera seguinte.
Inflama-se o horizonte, cada manhã, com o fulgor do Sol, reformando o valor do dia.
Janeiro a Janeiro, renova-se o ano, oferecendo novo ciclo ao trabalho.
É como se tudo estivesse a dizer : "Se quiseres, podes recomeçar ".
Disse, porém , o Divino Amigo que ninguém aproveita remendo novo em pano velho.
Desse modo, desfaze-te do imprestável.
Desvencilha-te do inútil.
Esquece os enganos que te assaltaram.
Deita fora as aflições inúteis.
Recomecemos, pois, qualquer esforço com firmeza, lembrando-nos , todavia, de que tudo volta, menos a oportunidade esquecida, que será sempre uma perda real...
Emmanuel
Lembremos que "Ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho." - Jesus (Mateus, 9 : 16.)
sexta-feira
Poesia Espirita
NA ÚLTIMA HORA
Luiz Pistarini
O anjo da morte entrara, belo e puro...
E, ostentando nas mãos um facho aceso,
Disse-me ao coração triste e surpreso:
-Pobre coração! É a ti mesmo que eu procuro!...
A memória rompera estranho muro.
A sós comigo, examine e indefeso,
Regressei ao passado e vi-me preso
Às ansiedades do caminho escuro.
Amores e ambições...penas e abrolhos...
E o pranto que jorrava de meus olhos
Banhou-me a fria máscara de cera.
Mas na sombra abismal do último dia,
Não chorava a existência que fugia;
Em vão, chorava o tempo que perdera...
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Instruções Psicofônicas. Ditado Espíritos Diversos.
Luiz Pistarini
O anjo da morte entrara, belo e puro...
E, ostentando nas mãos um facho aceso,
Disse-me ao coração triste e surpreso:
-Pobre coração! É a ti mesmo que eu procuro!...
A memória rompera estranho muro.
A sós comigo, examine e indefeso,
Regressei ao passado e vi-me preso
Às ansiedades do caminho escuro.
Amores e ambições...penas e abrolhos...
E o pranto que jorrava de meus olhos
Banhou-me a fria máscara de cera.
Mas na sombra abismal do último dia,
Não chorava a existência que fugia;
Em vão, chorava o tempo que perdera...
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Instruções Psicofônicas. Ditado Espíritos Diversos.
quarta-feira
Pratica do Bem
Entre as luzes e bênçãos que o Espiritismo estende com exuberância a toda a Humanidade, é de grande relevância o conceito do bem e do mal por ele preciosamente definido.
A prática do bem é a via que conduz a criatura à perfeição. Essa destinação é inexorável, todavia, é o próprio ser humano que terá forçosamente que edificar seu destino e perlustrar o longo curso evolutivo.
A Divina Providência dota o Espírito de todos os atributos e instrumentos necessários para alcançar esse objetivo, mostra-lhe o caminho, dá-lhe os meios de sustentar-se através do trabalho e do próprio esforço e ensina-lhe, nas trilhas do tempo, as artes de amar e servir para poder desfrutar plenamente das grandezas e das belezas do Universo.
Descerra-lhe o dever indeclinável de respeitar as leis naturais e agir em consonância com essas disposições. Jesus legou para a eternidade o sumário insuperável das obrigações humanas: “Amar a Deus e ao próximo.”
O Espírito, ao longo da evolução, encarnado ou desencarnado, às vezes se ilude, comete erros, engana seu semelhante. Mas as Leis Divinas não contêm falhas e ninguém se furta à Soberana Justiça. Todos nós a ela estamos infalivelmente sujeitos, independentemente do nosso entendimento ou da nossa ignorância.
Temos de progredir pela vontade do Criador, de arrepender-nos das faltas cometidas e de retificar e reparar nossos erros.
Desde o início de sua jornada a alma humana dispõe da liberdade de agir para o bem ou para o mal e pode contar com os atributos que lhe são peculiares para discernir, adiantar-se ou retardar-se no caminho.
As venturas ou desditas são de sua inteira responsabilidade. Devemos, assim, ter consciência de que o mal que nosso semelhante nos faz é conseqüência da Lei de Causa e Efeito ou, em última análise, resulta em nosso próprio benefício, de conformidade com nossa reação, sem exclusão da nossa obrigação de nos resguardarmos.
É relevante não esquecermos que as leis morais estabelecem que não basta abster-se da prática do mal, é imperioso o exercício do bem. (O Livro dos Espíritos, questão 642.)
Dentre todas as obrigações morais da criatura humana, o Divino Mestre ressaltou a de amar a Deus e ao próximo, sendo que a mais legítima manifestação de amor é a prática da caridade em todas as suas variadas modalidades, tais como o exercício do perdão.
Ela pode estar expressa no trato com o rico ou com o pobre, com o forte ou com o fraco, com o malvado ou com o bondoso, com a mão que pede ou com a que agride.
Algumas vezes se torna muito penoso perdoar com o coração, esquecer agravos e ofensas, banir da consciência mágoas e ingratidões. Por isso, tanto maior a grandeza do ser humano quanto maior a sua capacidade de amar, de servir, de ajudar, de perdoar. Tais regras se aplicam a todos, porque não existe quem seja tão poderoso que não necessite de alguma coisa, nem tão carente que não possa algo doar, mesmo que seja um simples gesto.
Nas etapas iniciais da nossa vida encarnada não temos a consciência precisa da finalidade da vida, nem muitas preocupações com a morte.
Somente mais vivência nos dá condição de avaliar ações praticadas, discernir melhor o bem e o mal que promovemos no curso da existência.
Jamais é cedo ou tarde para nosso arrependimento de faltas cometidas. Contudo, as vidas mais longas permitem melhores ensejos para o imprescindível arrependimento por deslizes cometidos, a fim de poder tornar possível uma reparação justa e um resgate necessário. A Divina Providência sempre nos dá a oportunidade de corrigir nossos erros.
O exercício do bem é uma via luminosa de progresso para a conquista da verdadeira felicidade.
Texto extraído da Revista Reformador. Abril/2005, p38.
A prática do bem é a via que conduz a criatura à perfeição. Essa destinação é inexorável, todavia, é o próprio ser humano que terá forçosamente que edificar seu destino e perlustrar o longo curso evolutivo.
A Divina Providência dota o Espírito de todos os atributos e instrumentos necessários para alcançar esse objetivo, mostra-lhe o caminho, dá-lhe os meios de sustentar-se através do trabalho e do próprio esforço e ensina-lhe, nas trilhas do tempo, as artes de amar e servir para poder desfrutar plenamente das grandezas e das belezas do Universo.
Descerra-lhe o dever indeclinável de respeitar as leis naturais e agir em consonância com essas disposições. Jesus legou para a eternidade o sumário insuperável das obrigações humanas: “Amar a Deus e ao próximo.”
O Espírito, ao longo da evolução, encarnado ou desencarnado, às vezes se ilude, comete erros, engana seu semelhante. Mas as Leis Divinas não contêm falhas e ninguém se furta à Soberana Justiça. Todos nós a ela estamos infalivelmente sujeitos, independentemente do nosso entendimento ou da nossa ignorância.
Temos de progredir pela vontade do Criador, de arrepender-nos das faltas cometidas e de retificar e reparar nossos erros.
Desde o início de sua jornada a alma humana dispõe da liberdade de agir para o bem ou para o mal e pode contar com os atributos que lhe são peculiares para discernir, adiantar-se ou retardar-se no caminho.
As venturas ou desditas são de sua inteira responsabilidade. Devemos, assim, ter consciência de que o mal que nosso semelhante nos faz é conseqüência da Lei de Causa e Efeito ou, em última análise, resulta em nosso próprio benefício, de conformidade com nossa reação, sem exclusão da nossa obrigação de nos resguardarmos.
É relevante não esquecermos que as leis morais estabelecem que não basta abster-se da prática do mal, é imperioso o exercício do bem. (O Livro dos Espíritos, questão 642.)
Dentre todas as obrigações morais da criatura humana, o Divino Mestre ressaltou a de amar a Deus e ao próximo, sendo que a mais legítima manifestação de amor é a prática da caridade em todas as suas variadas modalidades, tais como o exercício do perdão.
Ela pode estar expressa no trato com o rico ou com o pobre, com o forte ou com o fraco, com o malvado ou com o bondoso, com a mão que pede ou com a que agride.
Algumas vezes se torna muito penoso perdoar com o coração, esquecer agravos e ofensas, banir da consciência mágoas e ingratidões. Por isso, tanto maior a grandeza do ser humano quanto maior a sua capacidade de amar, de servir, de ajudar, de perdoar. Tais regras se aplicam a todos, porque não existe quem seja tão poderoso que não necessite de alguma coisa, nem tão carente que não possa algo doar, mesmo que seja um simples gesto.
Nas etapas iniciais da nossa vida encarnada não temos a consciência precisa da finalidade da vida, nem muitas preocupações com a morte.
Somente mais vivência nos dá condição de avaliar ações praticadas, discernir melhor o bem e o mal que promovemos no curso da existência.
Jamais é cedo ou tarde para nosso arrependimento de faltas cometidas. Contudo, as vidas mais longas permitem melhores ensejos para o imprescindível arrependimento por deslizes cometidos, a fim de poder tornar possível uma reparação justa e um resgate necessário. A Divina Providência sempre nos dá a oportunidade de corrigir nossos erros.
O exercício do bem é uma via luminosa de progresso para a conquista da verdadeira felicidade.
Texto extraído da Revista Reformador. Abril/2005, p38.
terça-feira
Nas Dores e Rudes Provações - Joanna de Angelis
SEJA - Sociedade Espírita Joanna de Ângelis
“169. É invariável o número das encarna¬ções para todos os Espíritos?
“Não; aquele que caminha depressa, a mui¬tas provas se forra. Todavia, as encarnações sucessivas são sempre muito numerosas,porqüanto o progresso é quase infinito.” (O Livro dos Espíritos).
Levanta o espírito combalido e avança na direção do bem que te convida à felicidade.
Quantos se demoraram no exame dos insucessos, recolhendo reproche e coletando amarguras,estão na retaguarda, em dolorosas lamentações.
Aqueles que colocaram a lâmina cortante da intri¬ga e da suspeita no coração, receosos de movimentos libertadores, continuam temerosos entre os que ficaram para trás.
Todos os que fizeram libações perigosas na taça do medo, encontram-se narcotizados, sem força para reagirem contra o mal, para seguirem intimoratos na direção daverdade.
Muitos que se ligaram à hipnose perturbadora da impiedade, que medra em vigorosas mentes desencarnadas, acumpliciaram-se com as hordas selvagens do Além-Túmulo,sucumbindo, inermes, sob tenazes rudes.
O medo como o arrependimento são ópio nefasto para a alma.
Como a censura é carro de cinza e lama, a tristeza e a taciturnidade são nimbos compactos ante o claro sol,dificultando a expansão da luz.
Não permitas quea névoa do cansaço ou a noite do desencanto povoem o país da tua alma com fantasmas que se desintegram ao contato da verdade.
Não os vitalizes,não os agasalhes.
O cristão decidido está entregue a Jesus, nEle confia, a Ele se dá. E se a dificuldade teima em persegui-lo, como se tomasse corpo e movimento, ele se arma com a oração e o amor, e avança.
Se a desordem reina, ele faz-se o equilíbrio de todos.
Se a dor impera,ele é a esperança de saúde para todos.
Se o desespero cresce ele é o porto de segurança onde todos se encontram.
Se o mal, em qualquer manifestação reponta, ele é o bem em representação atuante e vigorosa,ajudan¬do e confiando sem temor nem cansaço até o fim.
Não te deixes,portanto, abater, nunca. Lembra-te de que Jesus, podendo ter vivido cercado de bajuladores e comparsas, guindado às altas esferas do mundo entre prazeres e facéias, no gozo ilusório do imediatismo carnal, escolheu os recintos onde se demorava a dor, e para companheiros homens simples e corações problematizados, amigos atormentados e perseguidos, perseguido Ele mesmo, para logo depois de julgamento arbitrário e cárcere humilhante, seguidos de ignominiosa crucificação e obscura morte,alçar-se às excelsas planuras da Imortalidade, vitorioso e sublime, continuando a esperar por nós, pelos séculos sem-fim, nos infinitos caminhos do tempo.
Texto extraído do Livro “Espírito eVida”, psicografado por Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joanna deÂngelis.
“169. É invariável o número das encarna¬ções para todos os Espíritos?
“Não; aquele que caminha depressa, a mui¬tas provas se forra. Todavia, as encarnações sucessivas são sempre muito numerosas,porqüanto o progresso é quase infinito.” (O Livro dos Espíritos).
Levanta o espírito combalido e avança na direção do bem que te convida à felicidade.
Quantos se demoraram no exame dos insucessos, recolhendo reproche e coletando amarguras,estão na retaguarda, em dolorosas lamentações.
Aqueles que colocaram a lâmina cortante da intri¬ga e da suspeita no coração, receosos de movimentos libertadores, continuam temerosos entre os que ficaram para trás.
Todos os que fizeram libações perigosas na taça do medo, encontram-se narcotizados, sem força para reagirem contra o mal, para seguirem intimoratos na direção daverdade.
Muitos que se ligaram à hipnose perturbadora da impiedade, que medra em vigorosas mentes desencarnadas, acumpliciaram-se com as hordas selvagens do Além-Túmulo,sucumbindo, inermes, sob tenazes rudes.
O medo como o arrependimento são ópio nefasto para a alma.
Como a censura é carro de cinza e lama, a tristeza e a taciturnidade são nimbos compactos ante o claro sol,dificultando a expansão da luz.
Não permitas quea névoa do cansaço ou a noite do desencanto povoem o país da tua alma com fantasmas que se desintegram ao contato da verdade.
Não os vitalizes,não os agasalhes.
O cristão decidido está entregue a Jesus, nEle confia, a Ele se dá. E se a dificuldade teima em persegui-lo, como se tomasse corpo e movimento, ele se arma com a oração e o amor, e avança.
Se a desordem reina, ele faz-se o equilíbrio de todos.
Se a dor impera,ele é a esperança de saúde para todos.
Se o desespero cresce ele é o porto de segurança onde todos se encontram.
Se o mal, em qualquer manifestação reponta, ele é o bem em representação atuante e vigorosa,ajudan¬do e confiando sem temor nem cansaço até o fim.
Não te deixes,portanto, abater, nunca. Lembra-te de que Jesus, podendo ter vivido cercado de bajuladores e comparsas, guindado às altas esferas do mundo entre prazeres e facéias, no gozo ilusório do imediatismo carnal, escolheu os recintos onde se demorava a dor, e para companheiros homens simples e corações problematizados, amigos atormentados e perseguidos, perseguido Ele mesmo, para logo depois de julgamento arbitrário e cárcere humilhante, seguidos de ignominiosa crucificação e obscura morte,alçar-se às excelsas planuras da Imortalidade, vitorioso e sublime, continuando a esperar por nós, pelos séculos sem-fim, nos infinitos caminhos do tempo.
Texto extraído do Livro “Espírito eVida”, psicografado por Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joanna deÂngelis.
segunda-feira
PERANTE OS AMIGOS
O amigo é uma bênção que nos cabe cultivar no clima da gratidão.
Quem diz que ama e não procura compreender e nem auxiliar,
nem amparar e nem servir, não saiu de si mesmo ao encontro do
... amor em alguém.
A amizade verdadeira não é cega, mas se enxerga defeitos
nos corações amigos, sabe amá-los e entendê-los mesmo assim.
Teremos vencido o egoísmo em nós quando nos decidirmos a
ajudar aos entes amados a realizarem a felicidade própria, tal qual
entendem eles, deva ser a felicidade que procuram, sem cogitar de
nossa própria felicidade.
Em geral, pensamos que os nossos amigos pensam como pensamos, no entanto, precisamos reconhecer que os pensamentos
deles são criações originais deles próprios.
A ventura real da amizade é o bem dos entes queridos.
Assim como espero que os amigos me aceitem como sou, devo, de minha parte, aceitá-los como são.
Toda vez que buscamos desacreditar esse ou aquele amigo,
depois de havermos trocado convivência e intimidade, estaremos
desmoralizando a nós mesmos.
Em qualquer dificuldade com as relações afetivas é preciso
lembrar que toda criatura humana é um ser inteligente em transformação incessante, e, por vezes, a mudança das pessoas que
amamos não se verifica na direção de nossas próprias escolhas.
Quanto mais amizade você der, mais amizade receberá.
Se Jesus nos recomendou amar os inimigos, imaginemos com
que imenso amor nos compete amar aqueles que nos oferecem o
coração.
SINAL VERDE====ANDRÉ LUIZ
Quem diz que ama e não procura compreender e nem auxiliar,
nem amparar e nem servir, não saiu de si mesmo ao encontro do
... amor em alguém.
A amizade verdadeira não é cega, mas se enxerga defeitos
nos corações amigos, sabe amá-los e entendê-los mesmo assim.
Teremos vencido o egoísmo em nós quando nos decidirmos a
ajudar aos entes amados a realizarem a felicidade própria, tal qual
entendem eles, deva ser a felicidade que procuram, sem cogitar de
nossa própria felicidade.
Em geral, pensamos que os nossos amigos pensam como pensamos, no entanto, precisamos reconhecer que os pensamentos
deles são criações originais deles próprios.
A ventura real da amizade é o bem dos entes queridos.
Assim como espero que os amigos me aceitem como sou, devo, de minha parte, aceitá-los como são.
Toda vez que buscamos desacreditar esse ou aquele amigo,
depois de havermos trocado convivência e intimidade, estaremos
desmoralizando a nós mesmos.
Em qualquer dificuldade com as relações afetivas é preciso
lembrar que toda criatura humana é um ser inteligente em transformação incessante, e, por vezes, a mudança das pessoas que
amamos não se verifica na direção de nossas próprias escolhas.
Quanto mais amizade você der, mais amizade receberá.
Se Jesus nos recomendou amar os inimigos, imaginemos com
que imenso amor nos compete amar aqueles que nos oferecem o
coração.
SINAL VERDE====ANDRÉ LUIZ
Assinar:
Postagens (Atom)
