A musica, a arte, a melodia, o som eleva o espirito, torna as pessoas mais felizes, desenvolve em cada um: jovens, crianças e adultos a valorizacao da alma, a capacidade de poder ser, de poder cantar, de poder compor.
Que bom seria se os jovens tivessem essa oportunidade de expor seu saber, seus dons através da musica e da arte. Nossa Centro desenvolve um projeto de levar a musica espirita para que todos possam ouvindo-a se harmonizar, se tranquilizar. Por enquanto estamos com o coral D"Angelis, com o grupo de flauta, com o grupo de violao todos em faze de aprendizado mas com a ajuda do mestre muito em breve teremos nossos proprios músicos, nossos próprios instrumentos muscais. Precisamos de muita ajuda material e espiritual, mas a semente esta lançada o resto vai fluir com a Ajuda de Deus e de irmãos que quiserem nos ajudar.
Sonho um dia desenvolver um projeto na área da arte, da musica para os jovens, acredito que assim diminuira o indice de suicidio e violencia, sonho com mais harmonia no coração de todos.
Mestre Jesus quero lhe agradecer pela oportunidade de termos professores como a Cassandra e Marcio que dedicam seu tempo para nos ensinar todos os domingos. Peço-Lhe proteção para nosso grupo(Conceiçao,Eduardo,Fernando,Fatima, Teresa, Maria,Jucy,Josefa,Laila, Francisca,Marcio e Cassandra) que é composto por pessoas que possuem a boa vontade de levar a musica para harmonizacao da alma.
Fica conosco Senhor protege-nos e amplia nosso projeto, nos torne cada dia mais forte!!!
Teresa Jane
Rua Primeiro de Maio 2878-Primavera Fone: (086)3214-1063 Fecaj@hotmail.com No facebook tambem fecaj
segunda-feira
19º Seminário da Familia acontece em Junho
A Federação Espírita Piauiense realiza de 10 a 12 de junho, o 19 º Seminário da Familia com a presença de Cesar Rocha (RN) e Dalva Souza (ES). Na programação, acontecem palestras, bate-papos e pinga-fogo no Auditório Chico Xavier da FEPI, Centro de Educação Comunitária do Mocambinho e Teatro 4 de Setembro, durante as atividades do Salão do Livro do Piauí.
Confira a programação:
Dia 10/06 – Sexta-feira
Local: Auditório Chico Xavier da FEPI
Horário: 19 às 20h
Palestra de Abertura
Os conflitos na Família: Como agir?
Palestrante: César Rocha
Dia 11/06 - sábado
Horário: 9 às 11h
Local: Centro de Educação Comunitária do Mocambinho
Bate-papo com os pais
Tema: A Família e as Drogas
Debatedores: César Rocha, Dalva Souza, Zita Vilar e José Lucimar
Horário: 15 às 17h
Local: Teatro 4 de Setembro – Salipi
Tema: A Familia e a Sociedade – superando desafios
Subtema 1 – O amor vence as drogas
Palestrante: Dalva Sousa
Subtema 2: Suicidio – Solução Insolvável
Palestrante: César Rocha
Dia 12/06 – Domingo
Horário: 9 às 11h
Local: Auditório Chico Xavier da Federação Espírita Piauiense – FEPI
Pinga-fogo com Jovens da Evangelização Infanto-juvenil
Tema: Valorização da Vida: Aborto Não! Drogas Não!
Debatedores: César Rocha, Dalva Souza, Marcos David e Zita Vilar
Horário: 18 às 19h
Local: Auditório Chico Xavier da Federação Espírita Piauiense – FEPI
Palestra de Encerramento: Transtornos Contemporâneos: Toxicomania e Violência
Palestrante: Dalva Silva Souza
Confira a programação:
Dia 10/06 – Sexta-feira
Local: Auditório Chico Xavier da FEPI
Horário: 19 às 20h
Palestra de Abertura
Os conflitos na Família: Como agir?
Palestrante: César Rocha
Dia 11/06 - sábado
Horário: 9 às 11h
Local: Centro de Educação Comunitária do Mocambinho
Bate-papo com os pais
Tema: A Família e as Drogas
Debatedores: César Rocha, Dalva Souza, Zita Vilar e José Lucimar
Horário: 15 às 17h
Local: Teatro 4 de Setembro – Salipi
Tema: A Familia e a Sociedade – superando desafios
Subtema 1 – O amor vence as drogas
Palestrante: Dalva Sousa
Subtema 2: Suicidio – Solução Insolvável
Palestrante: César Rocha
Dia 12/06 – Domingo
Horário: 9 às 11h
Local: Auditório Chico Xavier da Federação Espírita Piauiense – FEPI
Pinga-fogo com Jovens da Evangelização Infanto-juvenil
Tema: Valorização da Vida: Aborto Não! Drogas Não!
Debatedores: César Rocha, Dalva Souza, Marcos David e Zita Vilar
Horário: 18 às 19h
Local: Auditório Chico Xavier da Federação Espírita Piauiense – FEPI
Palestra de Encerramento: Transtornos Contemporâneos: Toxicomania e Violência
Palestrante: Dalva Silva Souza
Francisco Peixoto Lins (Peixotinho)
Nasceu na cidade de Pacatuba, Estado do Ceará, no dia 1º de fevereiro de 1905, desencarnando na cidade de Campos, Estado do Rio de Janeiro, 16 de junho de 1966.
Seus pais foram Miguel Peixoto Lins e Joana Alves Peixoto. Bem cedo ficou órfão de pai e mãe e passou a conviver com seus tios maternos, em Fortaleza, Estado do Ceará, onde fez o curso primário. Em seguida matriculou-se no Seminário Católico, de acordo com o desejo de seus tios, que desejavam vê-lo seguir a carreira eclesiástica. No Seminário sofreu várias penas disciplinares por manifestar a seus educadores dúvidas sobre os dogmas da Igreja. Observando as desigualdades humanas, tanto no campo físico como no social, ficou em dúvida no tocante à paternidade e bondade de Deus. Se todos eram seus filhos, por que tantas diversidades? Indagava. Por que razões insondáveis uns nascem fisicamente perfeitos e outros deformados? Uns portadores de virtudes angelicais e outros acometidos de mau caráter? Dizia então: “Se Deus existe, não é esse ser unilateral de que fala a religião católica.” Desejava saber e inquiria os seus confessores, os quais, diante das indagações arrojadas do menino, usavam o castigo e a penitência como corretivo.
Aos 14 anos de idade desistiu do Seminário e, com a permissão dos tios, transferiu-se para o Estado do Amazonas, em busca de melhores dias, enfrentando os trabalhos árduos dos seringais. Ali trabalhou cerca de dois anos, resolvendo voltar para Fortaleza. Nessa fase de sua vida, nele se manifestaram os primeiros indícios de sua extraordinária mediunidade, sob a forma de terrível obsessão. Envolvido por espíritos menos esclarecidos, era tomado de estranha força física, tornando-se capaz de lutar e vencer vários homens, apesar de Ter menos de 18 anos e ser fisicamente franzino. Esse estado anômalo acontecia a toda hora e Peixotinho, temendo conseqüências mais graves, deliberou não mais sair de casa. Ali ficou acometido de nova influenciação dos espíritos trevosos, ficando desprendido do corpo cerca de 20 horas, num estado cataléptico, quase chegando a ser sepultado vivo, pois seus familiares o tinham dado como desencarnado.
Depois desse episódio, sofreu uma paralisia que o prostrou num leito de dor durante seis meses. Nessa fase, um dos seus vizinhos, membro de uma sociedade espírita de Fortaleza, movido de íntima compaixão pelos seus sofrimentos, solicitou permissão à sua família, para prestar-lhe socorro espiritual, com passes e preces. Ninguém em sua casa tinha conhecimento do Espiritismo e seus familiares também não atinavam com o verdadeiro estado do paciente, uma vez que o tratamento médico a que se submetia não lhe dava qualquer esperança de restabelecimento. O seu vizinho iniciou o tratamento com o Evangelho no Lar, aplicando-lhe passes e dando-lhe a beber água fluida. A fim distrair-se, Peixotinho começou a ler alguns romances espíritas e posteriormente as obras da Codificação Kardequiana. Em menos de um mês apresentava sensível melhora em seu estado físico e progressivamente foi libertando-se da falsa enfermidade.
Logo que conseguiu andar, passou a freqüentar o Centro Espírita onde militava o grande tribuno Vianna de Carvalho, que na época estava prestando serviço ao Exército Nacional em Fortaleza. A terrível obsessão foi a sua Estrada de Damasco. O conhecimento da lei da reencarnação veio equacionar os velhos problemas que atormentavam a sua mente, dirimindo todas as dúvidas que o Seminário não conseguira desfazer. Passou assim a compreender a incomensurável bondade de Deus, dando a mesma oportunidade a todos os seus filhos na caminhada rumo à redenção espiritual.
Orientado pelo major Vianna de Carvalho, Peixotinho iniciou o seu desenvolvimento mediúnico. Tornou-se um dos mais famosos médiuns de materializações e efeitos físicos. Por seu intermédio produziram-se as famosas materializações luminosas e uma série dos mais peculiares fenômenos, tudo dentro da maior seriedade e nos moldes preceituados pela Doutrina Espírita.
Em 1926, foi convocado para o serviço militar e transferido para o Rio de Janeiro, sendo incluído em um batalhão do exército, na cidade fluminense de Macaé. Ali se dedicou com amor à prática do Espiritismo e, com um grupo de abnegados companheiros, fundou o Centro Espírita Pedro, instituição que por muito tempo se tornou a sua oficina de trabalho.
Em 1933, consorciou-se com Benedita Vieira Fernandes, de cujo matrimônio tiveram vários filhos. Por força da sua carreira militar, foi transferido várias vezes, servindo em Imbituba, Santa Catarina; Santos, São Paulo; no antigo Distrito Federal e em Campos, Rio de Janeiro. Onde chegava, procurava logo servir à causa espírita.
No ano de 1945, na cidade do Rio de Janeiro, encontrou-se com vários confrades, dentre eles Antônio Alves Ferreira, velho companheiro no Grupo Espírita Pedro, de Macaé. Nessa época passou a freqüentar o Culto Cristão no Lar, realizado sistematicamente na residência daquele confrade. Posteriormente, unindo-se a Jacques Aboab e Amadeu Santos, resolveram fundar o Grupo Espírita André Luiz, que inicialmente funcionou na Rua Moncorvo Filho, 27, onde se produziram, pela sua mediunidade, as mais belas sessões de materializações luminosas, as quais ensejaram ao Dr. Rafael Ranieri a oportunidade de lançar um livro com esse mesmo título. Peixotinho prestava também o seu valioso concurso como médium receitista e curador.
No ano de 1948, encontrando-se pela primeira vez com o médium Francisco Cândido Xavier, na cidade de Pedro Leopoldo, teve a oportunidade de propiciar aos confrades daquela cidade, belíssimas sessões de materializações e assistência aos enfermos.
Em 1949 foi transferido definitivamente para a cidade de Campos, onde participou dos trabalhos do Grupo Joana D’Arc. Fundou também o Grupo Espírita Araci, em homenagem ao seu guia espiritual.
Peixotinho sofria de broncopneumonia, enfermidade que lhe causava muitos dissabores, porém ele suportava tudo com estoicismo, o mesmo podendo-se dizer das calúnias de que foi vítima, como são vítimas todos os médiuns sérios que se colocam a serviço do Evangelho de Jesus, dando de graça o que de graça recebem.
http://www.espiritismogi.com.br/biografias/peixotinho.htm
Seus pais foram Miguel Peixoto Lins e Joana Alves Peixoto. Bem cedo ficou órfão de pai e mãe e passou a conviver com seus tios maternos, em Fortaleza, Estado do Ceará, onde fez o curso primário. Em seguida matriculou-se no Seminário Católico, de acordo com o desejo de seus tios, que desejavam vê-lo seguir a carreira eclesiástica. No Seminário sofreu várias penas disciplinares por manifestar a seus educadores dúvidas sobre os dogmas da Igreja. Observando as desigualdades humanas, tanto no campo físico como no social, ficou em dúvida no tocante à paternidade e bondade de Deus. Se todos eram seus filhos, por que tantas diversidades? Indagava. Por que razões insondáveis uns nascem fisicamente perfeitos e outros deformados? Uns portadores de virtudes angelicais e outros acometidos de mau caráter? Dizia então: “Se Deus existe, não é esse ser unilateral de que fala a religião católica.” Desejava saber e inquiria os seus confessores, os quais, diante das indagações arrojadas do menino, usavam o castigo e a penitência como corretivo.
Aos 14 anos de idade desistiu do Seminário e, com a permissão dos tios, transferiu-se para o Estado do Amazonas, em busca de melhores dias, enfrentando os trabalhos árduos dos seringais. Ali trabalhou cerca de dois anos, resolvendo voltar para Fortaleza. Nessa fase de sua vida, nele se manifestaram os primeiros indícios de sua extraordinária mediunidade, sob a forma de terrível obsessão. Envolvido por espíritos menos esclarecidos, era tomado de estranha força física, tornando-se capaz de lutar e vencer vários homens, apesar de Ter menos de 18 anos e ser fisicamente franzino. Esse estado anômalo acontecia a toda hora e Peixotinho, temendo conseqüências mais graves, deliberou não mais sair de casa. Ali ficou acometido de nova influenciação dos espíritos trevosos, ficando desprendido do corpo cerca de 20 horas, num estado cataléptico, quase chegando a ser sepultado vivo, pois seus familiares o tinham dado como desencarnado.
Depois desse episódio, sofreu uma paralisia que o prostrou num leito de dor durante seis meses. Nessa fase, um dos seus vizinhos, membro de uma sociedade espírita de Fortaleza, movido de íntima compaixão pelos seus sofrimentos, solicitou permissão à sua família, para prestar-lhe socorro espiritual, com passes e preces. Ninguém em sua casa tinha conhecimento do Espiritismo e seus familiares também não atinavam com o verdadeiro estado do paciente, uma vez que o tratamento médico a que se submetia não lhe dava qualquer esperança de restabelecimento. O seu vizinho iniciou o tratamento com o Evangelho no Lar, aplicando-lhe passes e dando-lhe a beber água fluida. A fim distrair-se, Peixotinho começou a ler alguns romances espíritas e posteriormente as obras da Codificação Kardequiana. Em menos de um mês apresentava sensível melhora em seu estado físico e progressivamente foi libertando-se da falsa enfermidade.
Logo que conseguiu andar, passou a freqüentar o Centro Espírita onde militava o grande tribuno Vianna de Carvalho, que na época estava prestando serviço ao Exército Nacional em Fortaleza. A terrível obsessão foi a sua Estrada de Damasco. O conhecimento da lei da reencarnação veio equacionar os velhos problemas que atormentavam a sua mente, dirimindo todas as dúvidas que o Seminário não conseguira desfazer. Passou assim a compreender a incomensurável bondade de Deus, dando a mesma oportunidade a todos os seus filhos na caminhada rumo à redenção espiritual.
Orientado pelo major Vianna de Carvalho, Peixotinho iniciou o seu desenvolvimento mediúnico. Tornou-se um dos mais famosos médiuns de materializações e efeitos físicos. Por seu intermédio produziram-se as famosas materializações luminosas e uma série dos mais peculiares fenômenos, tudo dentro da maior seriedade e nos moldes preceituados pela Doutrina Espírita.
Em 1926, foi convocado para o serviço militar e transferido para o Rio de Janeiro, sendo incluído em um batalhão do exército, na cidade fluminense de Macaé. Ali se dedicou com amor à prática do Espiritismo e, com um grupo de abnegados companheiros, fundou o Centro Espírita Pedro, instituição que por muito tempo se tornou a sua oficina de trabalho.
Em 1933, consorciou-se com Benedita Vieira Fernandes, de cujo matrimônio tiveram vários filhos. Por força da sua carreira militar, foi transferido várias vezes, servindo em Imbituba, Santa Catarina; Santos, São Paulo; no antigo Distrito Federal e em Campos, Rio de Janeiro. Onde chegava, procurava logo servir à causa espírita.
No ano de 1945, na cidade do Rio de Janeiro, encontrou-se com vários confrades, dentre eles Antônio Alves Ferreira, velho companheiro no Grupo Espírita Pedro, de Macaé. Nessa época passou a freqüentar o Culto Cristão no Lar, realizado sistematicamente na residência daquele confrade. Posteriormente, unindo-se a Jacques Aboab e Amadeu Santos, resolveram fundar o Grupo Espírita André Luiz, que inicialmente funcionou na Rua Moncorvo Filho, 27, onde se produziram, pela sua mediunidade, as mais belas sessões de materializações luminosas, as quais ensejaram ao Dr. Rafael Ranieri a oportunidade de lançar um livro com esse mesmo título. Peixotinho prestava também o seu valioso concurso como médium receitista e curador.
No ano de 1948, encontrando-se pela primeira vez com o médium Francisco Cândido Xavier, na cidade de Pedro Leopoldo, teve a oportunidade de propiciar aos confrades daquela cidade, belíssimas sessões de materializações e assistência aos enfermos.
Em 1949 foi transferido definitivamente para a cidade de Campos, onde participou dos trabalhos do Grupo Joana D’Arc. Fundou também o Grupo Espírita Araci, em homenagem ao seu guia espiritual.
Peixotinho sofria de broncopneumonia, enfermidade que lhe causava muitos dissabores, porém ele suportava tudo com estoicismo, o mesmo podendo-se dizer das calúnias de que foi vítima, como são vítimas todos os médiuns sérios que se colocam a serviço do Evangelho de Jesus, dando de graça o que de graça recebem.
http://www.espiritismogi.com.br/biografias/peixotinho.htm
sexta-feira
Palestra - Participe
Sábado- 21 / MAIO /2011 - 18:30 Hs Palestra
Logo apos Passe
===========================================
SIMPLICIDADE E PUREZA DO CORAÇÃO CLÁUDIO
===========================================
Domingo- 22 / MAIO /2011 - 9:00 Hs
===========================================
EVANGELIZAÇÃO INFANTIL
Logo apos Passe
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SIMPLICIDADE E PUREZA DO CORAÇÃO CLÁUDIO
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Domingo- 22 / MAIO /2011 - 9:00 Hs
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EVANGELIZAÇÃO INFANTIL
NEM TUDO É FÁCIL - Texto: Cecília de Meireles
É difícil fazer alguém feliz,
assim como é fácil fazer triste
É difícil dizer eu te amo,
assim como é fácil não dizer nada.
É difícil valorizar um amor,
assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje,
assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil enxergar o que a vida traz de bom,
assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.
É difícil se convencer de que se é feliz,
assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir,
assim como é fácil fazer chorar
É difícil colocar-se no lugar de alguém,
assim como é fácil olhar para o próprio umbigo
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão?
Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar?
Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir?
Mas quem disse que é fácil encontrar
alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas?
Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
Nem tudo é fácil na vida...
Mas, com certeza, nada é impossível...
Precisamos acreditar, ter fé e lutar
para que não apenas sonhemos,
Mas também tornemos todos esses desejos
Mas...lembre-se...SONHE
“Há quem diga que todas as noites são de sonhos.
Mas há também quem garanta que nem todas... só as de verão.
Mas, no fundo, isso não tem muita importância.
O que interessa mesmo não são as noites em si, mas os sonhos.
Sonhos que o homem sonha sempre,
em todos os lugares em todas as épocas do ano,
dormindo ou acordado”.
Shakespeare
Magoas
Tudo o que pudermos fazer no bem, não devemos adiar... Carecemos somar esforços, criando, digamos, uma energia dinâmica que se anteponha às forças do mal... ....Ninguém tem o direito de se omitir”
Uma das mais belas lições que tenho aprendido com o sofrimento: Não julgar, definitivamente não julgar a quem quer que seja.”
Chico Xavier
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