Você possui em mãos a oportunidade de mudar a própria existência no instante em que desejar. Faça uma experiência, substitua o vício da reclamação, pela gratidão; a desesperança, pela alegria, sinta os percalços como oportunidade de ir além que imagina. Quando se deparar com algum fato grave, a reação é despertar mesmo inconsciente da força interior, A busca é inevitável, assim é a vida, repleta de curvas para que na próxima volta, o Sol brilhe de reencontro. Você é o reflexo do que emana, o Ser no corpo físico é dotado de magnetismo. Sem saber todos influenciam uns aos outros. Passou da hora de o homem saber a respeito do que vai além da estreita visão terrena. Trabalhe a sua percepção interior que não necessita do tátil ou visual e sim responderá a medida em que se dispuser a ver além do micro visual a que está acostumado. É exercício diário, desafie-se, não há mágica. A vida é infinita por si só, aproveite-a melhor.
Amigos Obreiros do Bem
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quinta-feira
Uma família especial
Numa casinha muito simples, mas muito caprichada vive uma alegre família, bastante simpática. Era um lugar onde de longe se podia sentir o amor e o carinho no ar. Felipe e Marta – os pais, e Marcelinho, o filho de seis anos, adoram cuidar do jardim nas horas de folga.
Em um sábado, Marcelinho e Dona Marta arrumaram alguns brinquedos, pertencentes a Marcelinho, para serem doados num orfanato chamado “Lar Raio de Sol” que ficava no interior da cidade.
Dona Marta convidou o marido e o filho para irem com ela até à instituição, mas Marcelinho fez um pedido:
- Quero ir de ônibus! - o que os pais acharam uma boa idéia.
Andaram por caminhos diferentes, com flores e árvores que Marcelinho nem imaginava existirem.
Quando chegaram, desceram do ônibus, andaram alguns metros e logo viram um bonito lugar: era uma casa grande, rodeada de flores e árvores.
Abriram o portão e logo veio uma senhora toda sorridente receber os visitantes. Era a Sra. Otília, ou melhor, a vovó Otília, como a chamavam as crianças.
- Bom dia, disseram os visitantes. - Lindo dia, respondeu a senhora. Entrem
Marcelinho logo percebeu que havia muitas crianças naquele orfanato, de várias idades.
“Puxa vida, pensou Marcelinho, quantos netos tem essa vovó”.
- Que bom vê-los, falou vovó Otília.
- Viemos trazer alguns brinquedos, responderam os pais.
Marcelinho percebeu que a disputa pela atenção da vovó era grande, bem diferente do que acontecia em sua casa, já que tinha um pai e uma mãe exclusivamente para ele.
Os adultos iam conversando e Marcelinho os acompanhava, admirado com tanta criança.
- Que simpatia de menina, tão comportada olhando um livrinho como se soubesse ler, falou a mãe se dirigindo a uma menina de cabelinho preto de aproximadamente dois anos.
Marcelinho chegou perto e falou:
- Mamãe, ela se parece com a Claudinha! Claudinha era a irmã do Marcelinho que havia desencarnado algum tempo atrás. E sem pestanejar falou:
- Encontramos, vamos levá-la para casa!
A menina se chamava Carolina e Marcelinho percebeu nela a irmã que sempre quis...
Os pais e vovó Otília tentaram explicar que não era muito simples levar a menina para casa. O garoto não entendeu muito bem e voltou para casa decepcionado.
No caminho os pais tentaram explicar que Carolina era órfã, seus pais haviam morrido e ela não tinha nenhum parente que podia cuidar dela. Mas para que ela pudesse morar com eles e ser irmã de Marcelinho, era preciso esperar um pouco.
Nos meses seguintes, Marcelinho e os pais visitaram muitas vezes o orfanato, e em especial Carolina. Levaram roupas, brinquedos e doces que fizeram a alegria da criançada.
Alguns meses se passaram, quando os pais convidaram Marcelinho para fazer uma visita “especial” ao orfanato. Marcelinho sentiu a alegria dos pais com o passeio e logo uma onda de carinho invadiu seu coração.
- Vamos, vamos logo ou perderemos o ônibus – foi dizendo alegre o garoto.
Quando chegaram ao orfanato, vovó Otília foi conversar separadamente com Dona Marta e Seu Felipe e o menino tratou logo de ir procurar Carolina. Seus olhos brilharam ao vê-la. E a alegria invadiu o lugar quando ele viu vovó Otília se aproximando deles com uma malinha na mão. Era a mala de Carolina, que a partir daquele dia passou a fazer parte da família de Marcelinho.
Assim, Carolina foi morar na casa de Marcelinho, que muito feliz, cuidava com todo amor e carinho de sua nova irmã.
Cleusa Lupatini (aula de evangelizacao infantil)
REFLETINDO
A familia é muito importante, lembre-se que muitas crianças estão em orfanatos por não terem família.
Devemos valorizar a nossa família, respeitando nossos pais, avós, irmãos, as pessoas que cuidam de nós e as demais pessoas que fazem parte dela.
Nem sempre a nossa família é formada por pai, mãe, avós..., pois pode haver aqueles que já desencarnaram.
Podemos morar apenas com o pai ou com a mãe ou com nossos avós, ou com outra pessoa como uma tia, mas mesmo assim estamos em família. Não podemos esquecer que família são aquelas pessoas que convivem conosco.
Devemos agradecer ao Mestre Jesus pela família que temos e pedir forças para que saibamos agir com amor e respeito com nossos familiares, para contribuirmos com a felicidade do nosso lar.
Família corporal (mesmo sangue, parentes em comum, mesma árvore genealógica) São os pais, os irmãos, tios, primos, avós.
Família espiritual (amizade, mesmos objetivos, laços de afeto, afinidade de interesses, amor e respeito mútuos). Podem ser parte da nossa família corporal ou serem nossos amigos, vizinhos ou pessoas com quem convivemos e mantemos uma amizade especial. Lembrar que herdamos dos pais o corpo físico. O espírito é criado por Deus.
Em um sábado, Marcelinho e Dona Marta arrumaram alguns brinquedos, pertencentes a Marcelinho, para serem doados num orfanato chamado “Lar Raio de Sol” que ficava no interior da cidade.
Dona Marta convidou o marido e o filho para irem com ela até à instituição, mas Marcelinho fez um pedido:
- Quero ir de ônibus! - o que os pais acharam uma boa idéia.
Andaram por caminhos diferentes, com flores e árvores que Marcelinho nem imaginava existirem.
Quando chegaram, desceram do ônibus, andaram alguns metros e logo viram um bonito lugar: era uma casa grande, rodeada de flores e árvores.
Abriram o portão e logo veio uma senhora toda sorridente receber os visitantes. Era a Sra. Otília, ou melhor, a vovó Otília, como a chamavam as crianças.
- Bom dia, disseram os visitantes. - Lindo dia, respondeu a senhora. Entrem
Marcelinho logo percebeu que havia muitas crianças naquele orfanato, de várias idades.
“Puxa vida, pensou Marcelinho, quantos netos tem essa vovó”.
- Que bom vê-los, falou vovó Otília.
- Viemos trazer alguns brinquedos, responderam os pais.
Marcelinho percebeu que a disputa pela atenção da vovó era grande, bem diferente do que acontecia em sua casa, já que tinha um pai e uma mãe exclusivamente para ele.
Os adultos iam conversando e Marcelinho os acompanhava, admirado com tanta criança.
- Que simpatia de menina, tão comportada olhando um livrinho como se soubesse ler, falou a mãe se dirigindo a uma menina de cabelinho preto de aproximadamente dois anos.
Marcelinho chegou perto e falou:
- Mamãe, ela se parece com a Claudinha! Claudinha era a irmã do Marcelinho que havia desencarnado algum tempo atrás. E sem pestanejar falou:
- Encontramos, vamos levá-la para casa!
A menina se chamava Carolina e Marcelinho percebeu nela a irmã que sempre quis...
Os pais e vovó Otília tentaram explicar que não era muito simples levar a menina para casa. O garoto não entendeu muito bem e voltou para casa decepcionado.
No caminho os pais tentaram explicar que Carolina era órfã, seus pais haviam morrido e ela não tinha nenhum parente que podia cuidar dela. Mas para que ela pudesse morar com eles e ser irmã de Marcelinho, era preciso esperar um pouco.
Nos meses seguintes, Marcelinho e os pais visitaram muitas vezes o orfanato, e em especial Carolina. Levaram roupas, brinquedos e doces que fizeram a alegria da criançada.
Alguns meses se passaram, quando os pais convidaram Marcelinho para fazer uma visita “especial” ao orfanato. Marcelinho sentiu a alegria dos pais com o passeio e logo uma onda de carinho invadiu seu coração.
- Vamos, vamos logo ou perderemos o ônibus – foi dizendo alegre o garoto.
Quando chegaram ao orfanato, vovó Otília foi conversar separadamente com Dona Marta e Seu Felipe e o menino tratou logo de ir procurar Carolina. Seus olhos brilharam ao vê-la. E a alegria invadiu o lugar quando ele viu vovó Otília se aproximando deles com uma malinha na mão. Era a mala de Carolina, que a partir daquele dia passou a fazer parte da família de Marcelinho.
Assim, Carolina foi morar na casa de Marcelinho, que muito feliz, cuidava com todo amor e carinho de sua nova irmã.
Cleusa Lupatini (aula de evangelizacao infantil)
REFLETINDO
A familia é muito importante, lembre-se que muitas crianças estão em orfanatos por não terem família.
Devemos valorizar a nossa família, respeitando nossos pais, avós, irmãos, as pessoas que cuidam de nós e as demais pessoas que fazem parte dela.
Nem sempre a nossa família é formada por pai, mãe, avós..., pois pode haver aqueles que já desencarnaram.
Podemos morar apenas com o pai ou com a mãe ou com nossos avós, ou com outra pessoa como uma tia, mas mesmo assim estamos em família. Não podemos esquecer que família são aquelas pessoas que convivem conosco.
Devemos agradecer ao Mestre Jesus pela família que temos e pedir forças para que saibamos agir com amor e respeito com nossos familiares, para contribuirmos com a felicidade do nosso lar.
Família corporal (mesmo sangue, parentes em comum, mesma árvore genealógica) São os pais, os irmãos, tios, primos, avós.
Família espiritual (amizade, mesmos objetivos, laços de afeto, afinidade de interesses, amor e respeito mútuos). Podem ser parte da nossa família corporal ou serem nossos amigos, vizinhos ou pessoas com quem convivemos e mantemos uma amizade especial. Lembrar que herdamos dos pais o corpo físico. O espírito é criado por Deus.
quarta-feira
Nas profundezas da alma
Busque em si a profundeza da alma a verdadeira identidade para descobrir quem és sem medo, sem esperar encontrar alguém completo, isto é, sem dívidas. Você só sairá com os débitos quitados quando for no âmago de si, portanto, não perca mais tempo vivendo de aparências isso não tem valor algum. O mérito está em descobrir a realidade, não espere por um conto de fadas meu caro irmão, inicie o sentimento de alegria por deparar-se com um ser complexo em busca de luz, aí terá o rumo inicial, individual que está no problema. Ratifique a sua fé na plena confiança em Deus e em Jesus. Vitória certa, apesar dos enormes percalços que ainda estão por acontecer. A cada conquista sobre si celebre e prossiga atento para não perder a conexão com o irmão que vela por ti, porém, o trajeto todo é seu.
Amigos Obreiros do Bem
http://luzdepalavras.blogspot.com/
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sexta-feira
Fora da caridade não há salvação
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Meus filhos, na máxima: Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque à sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor. Essa divisa é o facho celeste, a luminosa coluna que guia o homem no deserto da vida, encaminhando-o para a Terra da Promissão. Ela brilha no céu, como auréola santa, na fronte dos eleitos, e, na Terra, se acha gravada no coração daqueles a quem Jesus dirá: Passai à direita, benditos de meu Pai. Reconhecê-los-eis pelo perfume de caridade que espalham em torno de si. Nada exprime com mais exatidão o pensamento de Jesus, nada resume tão bem os deveres do homem, como essa máxima de ordem divina. Não poderia o Espiritismo provar melhor a sua origem, do que apresentando-a como regra, por isso que é um reflexo do mais puro Cristianismo. Levando-a por guia, nunca o homem se transviará. Dedicai-vos, assim, meus amigos, a perscrutar-lhe o sentido profundo e as conseqüências, a descobrir-lhe, por vós mesmos, todas as aplicações. Submetei todas as vossas ações ao governo da caridade e a consciência vos responderá. Não só ela evitará que pratiqueis o mal, como também fará que pratiqueis o bem, porquanto uma virtude negativa não basta: é necessária uma virtude ativa. Para fazer-se o bem, mister sempre se torna a ação da vontade; para se não praticar o mal, basta as mais das vezes a inércia e a despreocupação.
Meus amigos, agradecei a Deus o haver permitido que pudésseis gozar a luz do Espiritismo. Não é que somente os que a possuem hajam de ser salvos; é que, ajudando-vos a compreender os ensinos do Cristo, ela vos faz melhores cristãos. Esforçai-vos, pois, para que os vossos irmãos, observando-vos, sejam induzidos a reconhecer que verdadeiro espírita e verdadeiro cristão são uma só e a mesma coisa, dado que todos quantos praticam a caridade são discípulos de Jesus, sem embargo da seita a que pertençam. — Paulo, o apóstolo. (Paris, 1860.)
(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XV, item 10.)
Meus filhos, na máxima: Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque à sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor. Essa divisa é o facho celeste, a luminosa coluna que guia o homem no deserto da vida, encaminhando-o para a Terra da Promissão. Ela brilha no céu, como auréola santa, na fronte dos eleitos, e, na Terra, se acha gravada no coração daqueles a quem Jesus dirá: Passai à direita, benditos de meu Pai. Reconhecê-los-eis pelo perfume de caridade que espalham em torno de si. Nada exprime com mais exatidão o pensamento de Jesus, nada resume tão bem os deveres do homem, como essa máxima de ordem divina. Não poderia o Espiritismo provar melhor a sua origem, do que apresentando-a como regra, por isso que é um reflexo do mais puro Cristianismo. Levando-a por guia, nunca o homem se transviará. Dedicai-vos, assim, meus amigos, a perscrutar-lhe o sentido profundo e as conseqüências, a descobrir-lhe, por vós mesmos, todas as aplicações. Submetei todas as vossas ações ao governo da caridade e a consciência vos responderá. Não só ela evitará que pratiqueis o mal, como também fará que pratiqueis o bem, porquanto uma virtude negativa não basta: é necessária uma virtude ativa. Para fazer-se o bem, mister sempre se torna a ação da vontade; para se não praticar o mal, basta as mais das vezes a inércia e a despreocupação.
Meus amigos, agradecei a Deus o haver permitido que pudésseis gozar a luz do Espiritismo. Não é que somente os que a possuem hajam de ser salvos; é que, ajudando-vos a compreender os ensinos do Cristo, ela vos faz melhores cristãos. Esforçai-vos, pois, para que os vossos irmãos, observando-vos, sejam induzidos a reconhecer que verdadeiro espírita e verdadeiro cristão são uma só e a mesma coisa, dado que todos quantos praticam a caridade são discípulos de Jesus, sem embargo da seita a que pertençam. — Paulo, o apóstolo. (Paris, 1860.)
(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XV, item 10.)
quinta-feira
SABEDORIA
Ser sábio é ter plena consciência a respeito de quem és. A Sapiência Divina convida a todos por meio do coração a confraternizarem-se em momento especial, ao Globo que segue firme na rota traçada pelo Divino Mestre Jesus. Caso ainda não tenha se convencido olhe para si, você é a certeza de que Deus existe. Quem criaria o universo perfeito não fosse o Grande Arquiteto do Verdadeiro Amor? A existência em si é a comprovação de que Deus em sua infinita generosidade o criou para ser herdeiro a caminho do Universo em expansão.
Como é bela e rica a existência! Se ainda permanece na faixa vibratória da autodestruição é porque não aprendeu nada.
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